Polícia de verdade rastreia munição. Flávio chamou isso de "detalhezinho"
Quem defende a polícia sabe que investigação começa pela prova; Flávio tratou como detalhe o projeto que apaga o rastro da munição do crime.
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Editor de Opinião, Jornal Ordem e Progresso
Ubiratan Santana é editor de opinião do Ordem e Progresso. Edita os textos de opinião e cuida da identificação clara de cada autor. É formado em jornalismo pela UFPA, com passagens por redações em Sobral e no eixo Rio–São Paulo. Passou por redações de rádio e televisão antes de se dedicar ao jornalismo digital. Também já cobriu Congresso, segurança pública e políticas sociais. Diz que a melhor pauta costuma nascer do que o leitor pergunta.
Quem defende a polícia sabe que investigação começa pela prova; Flávio tratou como detalhe o projeto que apaga o rastro da munição do crime.
Estatuto de 2014 e decisões do STF de 2023 e 2025 definem o papel das guardas: policiamento comunitário, sim; investigação de crimes, não.
Para o colunista, vigiar de verdade os 16.886 km de fronteira terrestre, os portos e as rotas é condição para cortar a entrada de drogas e armas.