Cinco megapresídios ao estilo de Bukele: o plano de Flávio
O plano registrado no TSE prevê cinco presídios de segurança máxima no modelo de El Salvador; o conjunto com os presídios federais se chamaria TREVA.
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Repórter do Sistema prisional, Jornal Ordem e Progresso
Maíra Monteiro é repórter do sistema prisional do Ordem e Progresso. Cobre o sistema prisional para o Ordem e Progresso. Natural de Uberlândia, é formada em jornalismo, com passagens por redações em Maceió e no eixo Rio–São Paulo. Estreou na cobertura policial e depois migrou para a editoria em que atua hoje. Tem experiência em apurações com dados públicos e Lei de Acesso à Informação. Acredita que transparência e dado aberto são tão importantes quanto a manchete.
O plano registrado no TSE prevê cinco presídios de segurança máxima no modelo de El Salvador; o conjunto com os presídios federais se chamaria TREVA.
Segundo a PF, Márcio Canella liderou um grupo que lavou dinheiro por meio de postos de combustível; o plano de Flávio é vago contra o crime financeiro.
A remição, prevista no artigo 126 da LEP, também vale para 12 horas de estudo e para a leitura de livros; o juiz da execução confere e declara os dias.
Cerca de 130 mil pessoas cumpriam prisão domiciliar com monitoramento eletrônico no fim de 2025; a lei define quem usa, quem decide e as punições.
Duas leis de 2026 mudaram o artigo 112 da LEP: a regra geral virou um sexto da pena, e crimes hediondos passaram a exigir de 70% a 85%.
A Lei 11.671 define quem vai para as cinco penitenciárias federais, com cela individual, visita atrás de vidro e banho de sol de até duas horas por dia.
Desde 2024, a saída temporária vale só para cursos, condenados por crime hediondo ou violento perderam o direito e quem não volta comete falta grave.