Em 2019, Flávio votou para manter os decretos de armas do pai
Em 2019, Flávio votou para manter os decretos de armas do pai. O FBSP estima que 6.379 vidas poderiam ter sido poupadas sem eles, de 2019 a 2021.
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Segurança públicaPerfil
Editora de Segurança pública, Jornal Ordem e Progresso
Fernanda Gusmão é editora de segurança pública do Ordem e Progresso. Edita a cobertura de segurança pública do Ordem e Progresso. É formada em jornalismo pela UFES, com passagens por redações em Petrolina e no eixo Rio–São Paulo. Cobriu o Poder Legislativo de um estado por cinco anos antes de se transferir para a equipe atual. Já passou pelas coberturas de cidades, educação e saúde. Costuma dizer que dado público é pauta que ainda não foi escrita.
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Em 2019, Flávio votou para manter os decretos de armas do pai. O FBSP estima que 6.379 vidas poderiam ter sido poupadas sem eles, de 2019 a 2021.
O plano prevê 500 mil novas vagas em quatro anos, o mesmo número das 500.381 que o país tem hoje, segundo o Senappen.
Segundo a PF, o grupo de Canella lavou R$ 7,6 bilhões; depois da operação de julho, a chapa do PL no Rio perdeu dois nomes.
A Constituição subordina as polícias militares e civis aos governadores; em 2025, os estados gastaram R$ 131,25 bilhões, contra R$ 18,09 bilhões da União.
Desde 2013, o decreto prevê pedido de governador ou ministro; em 2026, Roraima recebeu duas autorizações de 90 dias.
O prazo de 180 dias da Lei Antifacção para regulamentar o banco terminou em 21 de setembro, e nenhum decreto foi localizado até 20 de outubro.